FGV-An_liseConjuntural162T_completo_76页_4mb
报告摘要
Seminário de Análise Conjuntural – Resumo
Apresentadores
- Abertura: Regis Bonelli
- Panorama Internacional e Política Monetária no Brasil: José Júlio Senna
- Economia Chinesa e Perspectivas para a Taxa de Câmbio: Livio Ribeiro
- Expectativas de Empresas e Consumidores: Aloísio Campelo
- Panorama da Inflação a Curto Prazo: Salomão Quadros
- Censo Macro Consolidado: Silvia Matos
- Comentários: Samuel Pessoa, Bráulio Borges e Armando Castelar
Taxas de Variação Acumuladas do PIB Trimestral
- Períodos de recessão e expansão foram identificados ao longo do tempo, com variações em diferentes intervalos:
- 1981.1 - 1983.1 (9 trimestres)
- 1983.2 - 1987.2 (17 trimestres)
- 1987.3 - 1988.4 (6 trimestres)
- 1989.1 - 1989.2 (2 trimestres)
- 1989.3 - 1992.1 (11 trimestres)
- 1992.2 - 1995.1 (12 trimestres)
- 1995.2 - 1995.3 (2 trimestres)
- 1995.4 - 1997.4 (8 trimestres)
- 1998.1 - 1999.1 (5 trimestres)
- 1999.2 - 2001.1 (8 trimestres)
- 2001.2 - 2001.4 (3 trimestres)
- 2002.1 - 2002.4 (4 trimestres)
- 2003.1 - 2003.2 (2 trimestres)
- 2003.3 - 2008.3 (21 trimestres)
- 2008.4 - 2009.1 (2 trimestres)
- 2009.2 - 2014.1 (20 trimestres)
- 2014.2 - 2016.2 (8 trimestres)
Panorama Internacional e Política Monetária no Brasil – José Júlio Senna
Principais Pontos
- Estagnação secular no crescimento global é atribuída a fatores como aumento da desigualdade, crescimento populacional e retração da propensão a investir.
- Juros reais negativos no longo período não trouxeram resultados melhores, indicando deficiência crônica de demanda.
- Petróleo pode favorecer a retomada da alta de juros, especialmente com a valorização cambial.
- Inflação plena não é um fator que ajuda na retomada da atividade econômica.
- Melhora nas condições financeiras no Brasil foi observada, com redução de risco e possíveis ajustes na política monetária.
- Meta de inflação para 2017 foi estimada em 4,5%, mas o modelo do Banco Central pode subestimar a inflação.
- Flexibilização da política monetária depende de ajustes fiscais e reformas, incluindo a resolução do processo de impeachment.
Economia Chinesa e Perspectivas para a Taxa de Câmbio – Livio Ribeiro
Principais Pontos
- A desaceleração da China é uma preocupação, mas não há sinais de uma "hard landing".
- Desempenho recente do comércio mundial mostra desaceleração, com impacto negativo no crescimento global.
- Crescimento da indústria e infraestrutura são apontados como vetores de estabilização.
- Incerteza e bolhas continuam sendo fatores limitantes, com ações regulatórias necessárias.
- Taxa de câmbio chinesa está sendo monitorada, com possíveis impactos na inflação e no crescimento.
Expectativas de Empresas e Consumidores – Aloísio Campelo
Principais Pontos
- Índice de Confiança Empresarial (ICC) mostrou uma alta significativa em maio, indicando melhora nas expectativas, mas com tendência indefinida.
- A distância entre expectativas e situação atual foi a maior desde 2008, sugerindo que o crescimento depende mais das expectativas do que da realidade.
- A percepção do consumidor melhorou, mas a situação financeira familiar continua crítica.
- Incerteza e volatilidade no mercado (como o Ibovespa) afetam as decisões de investimento e consumo.
- Sondagens apontam aumento da incerteza sobre a demanda e a execução de investimentos.
Panorama da Inflação a Curto Prazo – Salomão Quadros
Principais Pontos
- IPCA em 2016 está em 7,1%, com desaceleração em vários componentes, como alimentos, serviços livres e preços administrados.
- A trajetória da inflação tem sido lenta e incerta, com contribuições variáveis por setor.
- Alimentação no domicílio contribuiu com 9,5% para a inflação, com expectativa de redução devido à fenômeno El Niño.
- Serviços livres recuaram 0,8 pp em apenas seis meses, um fenômeno incomum.
- A valorização cambial está favorecendo a desaceleração dos preços de bens de consumo.
- Preços administrados são esperados em 6,5% para 2016, com risco de insustentabilidade.
Cenário Macro – Silvia Matos, Julio Mereb, Bruno Ottoni e Vilma Pinto
Principais Pontos
- A economia brasileira está em um período de inflexão, com sinais de estabilização da atividade.
- O PIB do segundo trimestre de 2016 mostrou uma queda de -3,7%, com melhora em relação ao primeiro trimestre (-5,4%).
- Setor externo contribuiu com 2,8 pp para o PIB, com exportações em alta e importações em queda.
- Recessão doméstica continua sendo o principal vetor de ajuste, com desemprego em aumento.
- Para a recuperação acelerada, é necessário restaurar a solvência fiscal.
- Déficit primário em quatro anos consecutivos é um desafio para a sustentabilidade da dívida.
- Flexibilidade na meta de inflação pode ser necessária, com possíveis ajustes para 2017 (5,2% ou 5,4%).
Conclusão Geral
- O Brasil enfrenta uma recessão severa, mas há sinais de estabilização e recuperação gradual.
- A política monetária e fiscal são fundamentais para o crescimento sustentável.
- A inflação ainda é um desafio, com processo de desinflamento lento.
- A incerteza e a desaceleração são fatores limitantes, mas não determinantes.
- A valorização cambial pode ser um fator positivo para a inflação e o crescimento.
- A reforma estrutural e ajustes fiscais são necessários para restaurar a credibilidade e estimular a atividade.
展开完整摘要
试读结束,高清完整版pdf/doc/ppt,请点下载